Automonitoramento
Automonitoramento da glicemia: o que existe até hoje
Monitores codificados manualmente ou por um chip, utilizam uma tira reagente de teste associada a um código, que pode ser utilizado incorretamente pelo usuário.
O erro na codificação de monitores é comum
Em pacientes com diabetes (tipo 1 e 2), o erro na codificação de monitores é muito comum, da ordem de 1 para cada 6 usuários, ou 16%, MESMO QUANDO RECEBEM TREINAMENTO.
De forma preocupante, 12% do total dos pacientes é portador do tipo 1. São pessoas que codificam seus monitores de forma incorreta e por isso administram doses erradas de insulina, pois se baseiam em leituras incorretas da glicemia.
Esses dados foram extraídos de um estudo publicado em 2003 pela Revista Endocr. Pract, denominado “Self-monitored glucose: a commom pitfall” (automonitoramento de glicose: uma armadilha comum), do Dr. Raine CH e colaboradores.
